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sábado, 4 de agosto de 2018

BIOMPHALARIA SP.





Classe: GASTROPODA
Família: PLANORBIDAE
Espécie: Biomphalaria sp.
Tamanho: 12mm
Origem: Demétrio Ribeiro, Vassouras, Rio de Janeiro, Brasil.

Coletado por mim na vegetação em pequeno riacho em meados de 2012.

A peça pertence a minha coleção.

MELANOIDES TUBERCULATUS





Classe: GASTROPODA
Família: THIARIDAE
Espécie: Melanoides tuberculatus (O.F. Müller, 1774)
Tamanho: 22mm
Origem: Engenheiro Nóbrega, Vassouras, Rio de Janeiro, Brasil.

Coletado por mim, às margens de um pequeno riacho em 29 de julho de 2018.

A peça pertence a minha coleção.



sexta-feira, 13 de julho de 2018

PSEUDOSUCCINEA COLUMELLA





Classe: GASTROPODA
Família: LYMNAEIDAE
Espécie: Pseudosuccinea columella (Say, 1817)
Tamanho: 15,5mm
Origem: Extrema, Minas Gerais, Brasil.

Coletado por mim em plantas aquáticas em pequeno curso d'água em meados de 1998.

A peça pertence a minha coleção.



quinta-feira, 28 de junho de 2018

AYLACOSTOMA PULCHER





Classe: GASTROPODA
Família: THIARIDAE
Espécie: Aylacostoma pulcher (Reeve, 1860)
Tamanho: 28mm
Origem: Demétrio Ribeiro, Vassouras, Rio de Janeiro, Brasil.

Coletado por mim em riacho no dia 20 de janeiro de 2011.

A peça pertence a minha coleção.




BIOMPHALARIA KUHNIANA





Classe: GASTROPODA
Família: PLANORBIDAE
Espécie: Biomphalaria kuhniana (Clessin, 1883)
Tamanho: 4 e 5mm
Origem: Rio Cuiabá, Varzea Grande, Mato Grosso, Brasil.

Coletado na vegetação ao longo do rio, por E. Vitor em junho de 2008.

A peça pertence a minha coleção.




domingo, 24 de junho de 2018

AYLACOSTOMA OSCULATI





Classe: GASTROPODA
Família: THIARIDAE
Espécie: Aylacostoma osculati (Villa, 1854)
Tamanho: 19,5mm
Origem: Pequeno rio perto de Sano Domingo de los Colorados, Equador.

Coletada na areia em águas rasas por G. Medina, em dezembro de 2009.



terça-feira, 12 de junho de 2018

Physa acuta (Draparnaud, 1805)





Classe: GASTROPODA
Família: PHYSIDAE
Espécie: Physa acuta (Draparnaud, 1805)
Tamanho: 7mm
Origem: Demétrio Ribeiro, Vassouras, Rio de Janeiro, Brasil.

Coletado em curso d'água em 20 de janeiro de 2010.

A peça pertence a minha coleção.



domingo, 3 de junho de 2018

Pomacea canaliculata (Lamarck, 1804)





Rio Paraíba do Sul, Vassouras, Rio de Janeiro, Brasil.
Coletado por mim nas margens do rio, em 02 de junho de 2018.

A abertura da concha é ampla e oval para arredondada, por vezes levemente refletida. Sabe-se que machos têm aberturas mais arredondadas do que as fêmeas. O umbilicus é amplo e profundo. A cor é amarelo-marrom para amarelo-vivo com um padrão de faixas escuras espiraladas.
O opérculo tem uma espessura média e um aspecto córneo. Sua estrutura é concêntrica com o núcleo próximo do centro da concha. A cor varia de tons claros (em animais jovens) até marrom escuro. O opérculo pode ser retraído na abertura da concha.
A cor varia de indivíduos completamente amarelos ou verdes (formas criadas em cativeiro) até marrons com ou sem faixas escuras espiraladas (forma selvagem). Quando em repouso, os tentáculos ficam enrolados sobre a concha.


Os ovos ficam fixos a objetos acima da linha d´água, geralmente a uma distância considerável da superfície. Sua cor varia do vermelho-rosado profundo a um rosa-alaranjado mais claro, se tornando mais claros com o passar do tempo, e eventualmente rosa esbranquiçado prestes a eclodirem. Algumas fontes mencionam a cor dos ovos como sendo uma forma confiável de identificação desta espécie, mas isto não é confirmado na maioria dos trabalhos. No cacho, os ovos são menos compactados, mantendo ainda seu aspecto esférico, diferente do aspecto prismático do P. diffusa. São ovos maiores e menos numerosos do que os do P. maculata, uma típica postura tem menos de 300 ovos (variando de 12 a 1000 ovos), os ovos medindo em média 3,0 mm. Alguns pesquisadores sugerem que a dimensão dos ovos e o aspecto dos cachos poderia ser uma forma confiável de diferenciar as duas espécies.
Os ovos são extremamente tóxicos, e só são predados por pouquíssimas espécies, a agressiva Formiga-de-fogo sul-americana (Solenopsis invicta e S. geminata) e o caracol asiático Quantula striata. Os ovos contêm diversas proteínas de armazenamento, mas duas destas substâncias também têm efeito defensivo: a proteína ovorubina (OV), que confere sua típica coloração, que tem finalidade aposemática ("coloração de alerta"), além de ter proprieades antinutritiva e antidigestiva. Contêm também a proteína PcPV2, uma potente neurotoxina. Mostra elevada toxicidade, com LD50 em 96h de 0,25 mg/kg, um grau de toxicidade similar a de várias serpentes. A toxina age na medula espinhal, através do metabolismo de Cálcio, levando a morte celular aguda. É a única neurotoxina à base de Lectina conhecida do reino animal (são comuns em plantas), e é a primeira neurotoxina proteica descrita em ovos. Ambas proteínas são resistentes à digestão, assim como ao baixo pH gástrico, atingindo o intestino intactos após ingestão oral. Por terem ação dupla (armazenamento e defesa), talvez estas toxinas permaneçam agindo também nos caramujos recém-nascidos.
Mesmo em relação aos adultos, há inúmeros registros de predadores de Ampulárias (como o Gavião-Caracoleiro e o Carão) descartando a glândula de albúmen das fêmeas, com sua conspícua cor rosada, e riqueza nestas substâncias tóxicas. 



http://www.planetainvertebrados.com.br/index.asp?pagina=especies_ver&id_categoria=27&id_subcategoria=&com=1&id=146&local=2




As peças possuem, 28mm e 42mm.



Corbicula fluminea (Müller, 1774)




Rio Paraíba do Sul, Vassouras, Rio de Janeiro, Brasil.
Coletada por mim nas margens do rio, em 02 de junho de 2018.

Espécie invasora, originária da Asia.

Esta espécie pode autofecundar-se e produzir ovos e esperma em simultâneo. Quando liberta os juvenis, estes têm um tamanho aproximado de 1mm e demoram entre um a quatro anos a atingir a maturidade.
Cada indivíduo pode libertar num único dia mais de 2000 juvenis, o que torna esta uma espécie muito prolífica.



A peça possui, 18,5mm.




Diplodon cf. ellipticus (Wagner, 1827)






Rio Paraíba do Sul, Vassouras, Rio de Janeiro, Brasil.
Coletadas por mim nas margens do rio, em 02 de junho de 2018.

As peças possuem, 33mm e 39mm.




Cyanocyclas limosa (Maton, 1809)





Rio Paraíba do Sul, Vassouras, Rio de Janeiro, Brasil.
Coletado por mim nas margens do rio, em 02 de junho de 2018.

Vivem semi-enterrados no substrato,
filtrando alimentos da coluna d´água. C. limosa ocorre em locais com profundidades entre um e dois metros. Há registros antigos de até 2500 indivíduos/m2 no RS, mas em declínio devido à competição com os Corbicula. Preferem substratos arenolimosos, mas podem ocorrer também em outros substratos. Quando coexistem com Corbiculas, são mais comuns em fundo lodoso, já que a espécie invasora tem preferência por substratos arenosos.
            Quanto à reprodução, só existem estudos realizados para a espécie Cyanocyclas limosa. A espécie é hermafrodita e incuba os embriões por longos períodos de tempo, liberando-os grandes, e com forma semelhante ao adulto. Considerados euvivíparos (incubação prolongada), no marsúpio são encontradas de 20 a 25 jovens (excepcionalmente até 45) que medem entre 1 e 4,5 mm, sendo que os menores localizam-se na sua porção ventral, junto à borda das demibrânquias, enquanto os maiores são encontradas na sua parte dorsal. O comprimento dos embriões pode chegar a ¼ do comprimento da concha-mãe. Podem coexistir até duas gerações na cavidade palial (talvez até quatro), sendo eliminados aos poucos durante o ano, de forma não-sincronizada. O grande tamanho atingido pelos embriões impossibilita a expulsão dos mesmos através do sifão exalante, via câmara suprabranquial, sendo que sua liberação ocorreria por ruptura das demibrânquias. Uma vez liberados, irão se instalar nas proximidades da concha-mãe.
Esta característica peculiar determina que não ocorra a fase larval livre e, desta forma, os juvenis adotam de imediato a fase bentônica. Tal fator limita a capacidade de dispersão da espécie e restringe sua distribuição espacial. Alguns trabalhos mencionam também uma maior fragilidade destes juvenis, mais lentos e menos ativos do que os Corbicula de igual dimensão, morrendo com facilidade durante o seu transporte entre a coleta e a chegada aos laboratórios, ou quando permanece em recipientes sem circulação, o que não ocorre com os Corbicula.
Há dois picos anuais de reprodução para C. limosa na região do rio la Plata, e também Guaíba, com maior liberação de jovens no verão e inverno. Indivíduos a partir dos 8~9 mm de comprimento podem ser considerados sexualmente maduros.

Fonte: http://www.planetainvertebrados.com.br/index.asp?pagina=especies_ver&id_categoria=27&id_subcategoria=0&com=1&id=280&local=2

As peças possuem 24mm e 35mm.




sexta-feira, 25 de maio de 2018

Planorbella duryi (Wetherby, 1879)





Brazos River, Burleson Co., Texas, EUA.
Coletado em águas rasas por Eric Dearing em setembro de 2010.

A peça pertence a minha coleção particular e possui 15mm.


quinta-feira, 3 de maio de 2018

Melanoides torulosa (Bruguiére, 1789)






Ahungala, sul de Colombo, Sri Lanka.
Coletado na correnteza por K. da Silva em outubro de 2007.
Springsteen & Leobrera, 1986, Shells of the Phillipines, pg.355.


As peças pertencem a minha coleção particular e possuem 21mm e 22mm.







sexta-feira, 27 de abril de 2018

Pomacea diffusa (Blume, 1957)




Doada pelo senhor Reinaldo, dono de uma casa de ração e aquarismo na cidade de Vassouras - RJ em 2011.
A peça pertence a minha coleção particular e possui 33,5mm.


quarta-feira, 18 de abril de 2018


Biomphalaria schrammi (Crosse, 1864)





Vale do Ribeira, São Paulo, Brasil.
Coletado na vegetação ao longo do rio grupo Femorale em janeiro de 2001.

Simone, L.R.L., 2006, Land and Freshwater Molluscs of Brasil, pg.109 nº320.
Sinônimos:
B. incerta (Lutz, 1918);
B. janeirensis (Clessin, 1884)
B. nigrilabis (Lutz, 1918)
B. paparyensis (Baker, 1914).


As peças pertencem a minha coleção particular e possuem 4mm e 6mm.

sábado, 14 de abril de 2018


Tarebia granifera (Lamarck, 1822)





Rio Oura, Nago, norte da ilha de Okinawa, Japão.
Coletado em areia de águas rasas por José Coltro em dezembro de 2009.

Dhama, B., 2005, Recent & Fossil Indonesian Shell, pg. 90.

A peça pertence a minha coleção particular e possui 27mm.